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Empresário suspeito de receber propina por UPAs se apresenta à Justiça, mas é solto após liminar

O empresário Ronald de Carvalho, dono da Metalúrgica Valença, em Barra do Piraí, no Sul Fluminense, se apresentou na tarde desta quarta-feira (10) à Justiça do Distrito Federal. Após ficar pouco mais de duas horas preso, o empresário obteve uma liminar e foi solto.

Pesquisas mostram que Ronald é suspeito de pagar R$ 1 milhão de propina por Unidades de Pronto Atendimento (UPA) em Brasília. A empresa dele é a mesma que instalou UPAs no Rio de Janeiro durante o governo de Sérgio Cabral.

Nesta terça-feira (9), o Ministério Público do Distrito Federal deflagrou a operação Contêiner, que apurou irregularidades no esquema de instalação de UPAs.

O Ministério Público Federal já investigava irregularidades na instalação de contêineres para UPAs no Rio, com a mesma empresa, a Metalúrgica Valença, de Ronald, de Barra do Piraí, no sul Fluminense.

Os investigadores contam que esse esquema começou a partir de um plano nacional de expansão das UPAs, liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral e o seu então secretário de Saúde, Sérgio Côrtes.

O empresário já foi investigado pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

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